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Eco atualiza API de stablecoins com liquidação pelo valor cotado ou reembolso
Eco atualiza API em 14 de outubro e passa a liquidar pelo valor cotado ou devolver os fundos; empresa cita custo de US$ 10 mil em 1% de diferença numa transferência de US$ 1 milhão.
A Eco, plataforma de pagamentos sediada em São Francisco, atualizou em 14 de outubro sua API de stablecoins para que empresas definam as condições de liquidação antes de mover os recursos. Pelo modelo anunciado, a transferência é liquidada pelo valor cotado ou o dinheiro é devolvido quando os requisitos combinados não são atendidos, em uma execução do tipo tudo ou nada.
Para ilustrar o risco, a empresa usa o exemplo de uma transferência de 1 milhão de dólares: uma diferença de 1% entre o preço cotado e o preço de execução custaria 10 mil dólares ao negócio. Com o Endereços Programáveis V2 integrado à API, o usuário recebe uma cotação ao vivo antes de depositar em um endereço dedicado, e a Eco cuida da conversão e da movimentação entre as redes suportadas. Segundo o anúncio, as transferências concluem em segundos e carregam vínculos auditáveis com a conta ou fatura para conciliação, em uma integração única que cobre cotação, depósito, pagamento, conversão, roteamento e conciliação.
O anúncio cita pesquisa da McKinsey com a Artemis publicada em 18 de fevereiro, segundo a qual os pagamentos empresariais em stablecoins atingiram um ritmo anualizado de cerca de 226 bilhões de dólares com base na atividade de dezembro de 2025, com alta de 733% em um ano e cerca de 60% do volume identificado de pagamentos em stablecoins. No total das categorias, os pagamentos anualizados em stablecoins somariam aproximadamente 390 bilhões de dólares.
A atualização vale a partir do anúncio e amplia uma API já existente, não uma proposta. Para pagamentos recorrentes, a empresa diz que endereços permanentes aceitam depósitos repetidos, e que novas coberturas de ativos e redes permitirão expandir recebimentos e pagamentos mantendo os mesmos requisitos de execução.