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Filipinas: Justiça congela 25 carteiras cripto em investigação de propinas em obras contra enchentes
Ordem de 21 de setembro do Court of Appeals, anunciada em 1º de outubro pelo AMLC, cobre 116 ativos — 86 contas bancárias, 25 carteiras de ativos virtuais, 4 de investimento e 1 seguro — ligados a um parlamentar e associados sob a lei de plunder.
Atualizada em 04/10/2026, 05:56
O Anti-Money Laundering Council (AMLC) das Filipinas anunciou em 1º de outubro de 2026 que o Court of Appeals emitiu, em 21 de setembro, ordem de bloqueio sobre 116 ativos financeiros ligados a um parlamentar de destaque, uma empresa e pessoas e entidades associadas.
Segundo o Manila Times e o BitPinas, com base no comunicado do AMLC, a ordem cobre 86 contas bancárias, 25 carteiras de ativos virtuais, 4 contas de investimento e 1 apólice de seguro. O tribunal encontrou causa provável de ligação dos bens a plunder sob a Republic Act No. 7080.
A investigação aponta anomalias e propinas em projetos de controle de enchentes. O AMLC descreveu o uso de intermediários, bancos, negócios de remessa e provedores de ativos virtuais para aumentar a distância entre os fundos e a origem alegada. Identidades seguem sob confidencialidade enquanto o caso avança.
O BitPinas também cita o subsecretário Renato Paraiso, da comissão independente de infraestrutura, sobre o uso de cripto no escândalo: movimentações da ordem de 50 milhões a 100 milhões de pesos por transação em ativos digitais, com rastreio apoiado por análise on-chain e cooperação com exchanges e emissores de stablecoin. Bloqueios anteriores no caso já teriam atingido dezenas de bilhões de pesos.