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Flare coloca Confidential Compute na Songbird com prova de reservas da USDX

O Flare Confidential Compute processa dados privados em TEE e publica só o resultado assinado; a Hex Trust usa a extensão para mostrar se a stablecoin USDX está lastreada 1:1 ou melhor.

A Flare anunciou em 1º de outubro de 2026, via Chainwire, a chegada do Flare Confidential Compute (FCC) à Songbird, sua rede canário.

O FCC processa entradas privadas dentro de um Trusted Execution Environment (TEE) registrado e devolve um resultado assinado que contratos inteligentes podem verificar onchain, sem tornar públicos os dados subjacentes. A primeira aplicação institucional é uma extensão de Proof of Reserves; a Hex Trust passou a usá-la na stablecoin USDX, referenciada 1:1 ao dólar.

Segundo o anúncio, a Hex Trust fornece dados de reserva de duas fontes (montante público e caixa restrito). A extensão lê os dados no TEE, compara o total com o supply da USDX e assina se o lastro está 1:1 ou melhor — só essa conclusão vai para a cadeia. A USDX é colateral no sistema FAssets na Songbird, e o feed está migrando para essa referência baseada em reservas.

O FCC ficou vivo na Songbird após a aceitação da proposta STP.13 em julho de 2026. A implantação na mainnet da Flare virá em separado. As primeiras máquinas TEE rodam em computação confidencial do Google Cloud, operadas pela Flare Foundation.

Fonte: markets.businessinsider.com

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