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Polygon integra TRON ao Open Money Stack para pagamentos com USDT e transferências transfronteiriças
A integração permite que empresas usem os US$ 94 bilhões de USDT na rede TRON para pagamentos e saques bancários sem precisar conectar carteiras, pontes ou rampas de fiat separadamente.
Atualizada em 07/10/2026, 23:10
A Polygon Labs adicionou suporte à rede TRON ao seu Open Money Stack, ampliando a infraestrutura de pagamentos com stablecoins e transferências transfronteiriças. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (7) pelo cofundador da Polygon, Sandeep Nailwal.
O Open Money Stack agora conecta a rede TRON, que concentra mais de US$ 94 bilhões em USDT circulante — o maior volume da stablecoin em uma única blockchain. No segundo trimestre de 2026, cerca de 93% do volume de US$ 30 trilhões em transferências de stablecoins na TRON foi peer-to-peer, a maior parcela entre as redes monitoradas.
Com a integração, empresas de remessas, fintechs e provedores de pagamento podem oferecer a clientes a conversão de transferências bancárias, pagamentos com cartão de débito ou dinheiro em USDT na TRON, com posterior saque para contas bancárias. A Polygon afirma que a conexão elimina a necessidade de integrar separadamente provedores de carteira, pontes (bridges) e rampas de fiat.
O serviço usa licenças de transmissor de dinheiro e sistemas de conformidade que cobrem 48 estados dos EUA. A Polygon lançou o Open Money Stack em janeiro, após acordos para aquisição da Coinme e da Sequence em um movimento de US$ 250 milhões voltado a pagamentos com stablecoins.
Justin Sun, fundador da TRON, disse que a parceria ajuda empresas a atender usuários independentemente da blockchain que utilizam para transferir fundos. A integração não remove as obrigações de licenciamento e regulatórias das empresas de pagamentos.