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Subsidiárias da DWF Labs processam a BitGo em Londres por US$ 141 milhões
DWF Maas e Falcon Digital dizem que a BitGo vendeu tokens FF e ESPORTS antes do fim do bloqueio de três meses e buscam US$ 114 milhões de danos.
As subsidiárias DWF Maas, registradas nas Ilhas Virgens Britânicas, e Falcon Digital, do Panamá, entraram com um processo contra a custodiante de cripto BitGo na High Court de Londres, segundo relato do Financial Times publicado na sexta-feira. As duas empresas do market maker DWF Labs afirmam que venderam tokens FF e ESPORTS à BitGo com desconto, condicionado a um bloqueio de três meses, e que a custodiante levou os ativos a exchanges antes do prazo.
A ação é apresentada como um processo de US$ 141 milhões e a DWF busca US$ 114 milhões de danos, sustentando que as vendas antecipadas derrubaram os preços dos ativos. Segundo a CoinDesk, o FF caiu de 8 cents no início de março, quando o bloqueio começou, para cerca de 7 cents no fim de abril; o ESPORTS passou de aproximadamente 28 cents em meados de março para 7 cents no início de junho.
A DWF diz que os tokens foram movidos para exchanges cerca de dois meses antes do primeiro desbloqueio e que levantou o assunto com a BitGo em abril e maio, mas não obteve um compromisso de não vender os ativos, o que tornou necessária a via judicial.
As alegações ainda não foram julgadas e nem a DWF nem a BitGo responderam ao pedido de comentários da CoinDesk. O processo envolve tokens de projetos ligados ao portfólio da DWF, que no ano passado comprou US$ 25 milhões em WLFI, ativo nativo do World Liberty Financial, projeto apoiado pelo presidente Donald Trump e por sua família.