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Volume spot de cripto chega a US$ 696,7 bilhões em setembro e as 14 exchanges da amostra crescem
O volume à vista subiu 36,5% ante agosto, de US$ 510,4 bilhões para US$ 696,7 bilhões, e todas as 14 plataformas medidas pela WuBlockchain registraram alta. A Binance respondeu por 44,2% do total.
O volume de negociação à vista de cripto chegou a US$ 696,7 bilhões em setembro de 2026, um salto de 36,5% sobre os US$ 510,4 bilhões registrados em agosto. O número vem de dados compilados pela WuBlockchain em uma amostra de 14 exchanges, e todas elas fecharam setembro acima de agosto.
A Binance segue como a maior desse grupo, com US$ 307,8 bilhões negociados à vista, equivalente a 44,2% da amostra. A OKX ficou em segundo, com US$ 65,8 bilhões e 9,5% de participação, seguida pela Coinbase, com US$ 61,3 bilhões e 8,8%. Juntas, as três responderam por 62,4% do volume medido, proporção ligeiramente menor que os 64,8% de agosto.
Os números da CoinDesk, apurados por metodologia diferente, apontam crescimento de 27,3% no volume à vista das exchanges centralizadas, para US$ 1,13 trilhão. Nesse total, as plataformas centralizadas de primeira linha responderam por US$ 816 bilhões, alta de 29,3%. As exchanges descentralizadas registraram US$ 279 bilhões, o equivalente a 19,8% de participação. As duas medições não são diretamente comparáveis, porque cada uma cobre um conjunto próprio de plataformas.
A alta de volume veio acompanhada de alta do preço do bitcoin, que passou de aproximadamente US$ 77 mil para US$ 83 mil ao longo de setembro. Um ponto merece registro: o crescimento do volume à vista superou o do volume de derivativos no período.
Os relatórios, publicados entre 10 e 13 de outubro de 2026, alertam para a possibilidade de wash trading e atividade de bots inflando os números, e apontam falta de padronização entre os levantadores como um problema em aberto. Os dados de volume são, portanto, estimativas de terceiros e não uma medição auditada do mercado.